Viveka e as emoções vividas no Rio de Janeiro.

Viveka e as emoções vividas no Rio de Janeiro.

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De 13 a 16 de abril a equipe do Espaço Viveka, juntamente com um grupo de mais de vinte pessoas, realizou uma viagem com destino à cidade do Rio de Janeiro. Trata-se da série Percepções Urbanas: “Arte, Arquitetura e Paisagismo”, com roteiro construído pelo professor Luís Octávio Rocha, que conduziu os participantes a uma proposta encantadora e cheia de emoções, além de incentivar a troca de experiências de vida entre os integrantes do grupo. O passeio também contou com a participação de pessoas vindas de Curitiba (PR), Campinas (SP) e da própria cidade do Rio de Janeiro.

Na oportunidade, os participantes conheceram alguns espaços com arquitetura inovadora, contracenando com prédios históricos e, é claro, a natureza exuberante daquela cidade, que despertou sensações e emoções. O percurso foi iniciado no Outeiro da Glória, seguindo depois ao VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), em direção ao Terminal Santos Dumont; Região Portuária (Porto Maravilha); Visita ao Museu do Amanhã, um projeto de Santiago Calatrava; Museu de Arte do Rio (MAR) e o Sitio Burle Marx, em Guaratiba. Aqui muitos dos nossos turistas mostraram-se atraídos pelo brilho das plantas, pelas gamas de cores e formas dos jardins, tudo em aberto diálogo com a paisagem e a arquitetura do lugar. Ao desvendarem a pluralidade das contribuições culturais de Roberto Burle Marx (1909-1994), mencionaram a incrível coerência desse arquiteto-paisagista, que transitou por tantos materiais diferentes, além de arrebanhar peças de arte de outros tempos e localidades.

Os participantes também conheceram a Cidade das Artes, do arquiteto Christian de Portzamparc; a Escadaria Selarón e o Parque das Ruínas, em Santa Tereza, que permitiu ao grupo assistir a um lindo pôr do sol com música ao vivo.

No encerramento, que ocorreu no domingo (16/4), um dos passeios foi o da Balsa para o MAC de Niterói, culminando com um saboroso almoço na residência do casal Walsey e Leila, que também participou do passeio. O grupo ficou maravilhado com tanta dedicação e carinho.

 

Na opinião de Adriana Fernandes, a viagem foi maravilhosa. “Vi florescer todo o conhecimento que adquiri com minha mestra Zilpa e todos os demais da Viveka. Amei todos os lugares. O Sítio Burle Marx foi fantástico, principalmente por conhecer a vida dele e o presente que ele nos deixou. A Escadaria Selarón foi uma surpresa viva e pulsante”, conta Adriana.

Outra participante que ficou encantada com o passeio foi a Paulinha, eximia conhecedora de cinema e Rock. “Nós fomos dignos de prêmios em Cannes, Veneza e Berlim. Também foi genial conhecer um grupo de pessoas tão diferentes, que se integraram com tanto carinho”.

 

Quem também marcou presença foi a Lu Fernandes, que elogiou o roteiro. “Não dá para destacar algo em especifico, porque os contrapontos foram incríveis e necessários, mas o êxtase foi o Burle Marx, seguido de mais um: a Igreja da Candelária”, descreve ela ao dizer na sequência que fazia muitos anos que não frequentava o Espaço Viveka.

 

“Foram dias especiais. Vivenciamos novos modos de estar no mundo, de ver, de sentir e perceber”, destaca a professora de Filosofia da Faculdade Estadual do Paraná, Stela Maris da Silva, que veio especialmente da cidade de Curitiba acompanhada de sua neta.

 

Já na opinião da Cláudia Barbosa, o passeio foi um misto de sensações e descobertas de lugares, ao lado de pessoas com múltiplas formações. “Vivenciar locais, apenas vistos em fotos e televisão, é como voltar a ser criança. É aprender de verdade. Encantamento com o potencial da natureza e do humano. Agregando criatividade imaginária, criando espaços de vida integrada, gerando cultura a quem transita pelos espaços”, explica ela ao parabenizar as contribuições do professor Luís Octávio e das nossas arte-educadoras Léia M. Freire e Zilpa Magalhães. “Eles foram sendo o arremate ao meu olhar curioso por tantas belezas. Que bom seria se muitas pessoas pudessem ter uma oportunidade como esta. Grata por tudo e por todos os envolvidos”.

A proposta do passeio, segundo o casal Arlene e Nivaldo Fraile, esteve focada em lugares de grande importância arquitetônica. Contudo, para eles, as melhores impressões foram marcadas pela troca e interação do grupo, desde as observações e vivências com as pessoas, com o espaço físico, com o entorno, com o fluir das informações e das emoções. “Foi um verdadeiro espetáculo. Foge do lugar comum de roteiros totalmente convencionais, “turísticos”, e muitas vezes desinteressantes”, descreve Arlene ao fazer uma citação sobre o último dia: “Fomos todos convidados a participar de um almoço na casa de pessoas muito queridas, que nos acolheram com muito carinho”.

E para finalizar esse texto, apresentamos abaixo um haikai feito por uma das participantes, a poetisa Katia Marchese, que agradece em especial a equipe do Espaço Viveka: “A vocês que nos unem, deixo aqui uns versos de pés quebrados para agradecer a vivência”.

Visitações:

Ruinas, demolições

Pedras da cantaria.

Germina flor burlesca

Aos pés dos nossos olhos

Os jardins da resistência.

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